Pular para o conteúdo
Ariadne Martins Biomédica Esteta Agendar avaliação
Capilar

Crescimento Capilar

Tratamento para queda de cabelo e rarefação

Perder cabelo mexe com a gente de um jeito que quem nunca passou não entende. O homem que começa a abrir entrada aos vinte e poucos, a mulher que percebe o rabo de cavalo cada vez mais fino, quem teve Covid e viu o cabelo cair aos punhados: quase todo mundo chega aqui dizendo a mesma frase, que não se reconhece mais no espelho. Então antes de falar de procedimento vale saber de uma coisa: queda tem causa, causa tem nome, e boa parte delas tem o que fazer. O primeiro passo é descobrir qual é a sua.

O que é

Cabelo não cai à toa. Existe queda por alteração hormonal, por carência de ferro ou vitamina, por estresse, por medicação, depois de cirurgia ou de doença, e existe a calvície hereditária, que é a mais comum de todas. Cada uma se comporta de um jeito, e é por isso que a avaliação vem antes de qualquer coisa: tratar sem saber a causa é chute.

Depois da Covid muita gente teve uma queda forte, que começou dois ou três meses depois da infecção. A maior parte se recupera sozinha com o tempo, mas nem todo mundo voltou ao volume de antes, e quem ficou nessa costuma chegar aqui achando que não tem mais o que fazer. Na maioria das vezes tem.

O que a gente trabalha aqui é o couro cabeludo, e não o fio. A ideia é melhorar o ambiente onde a raiz vive, com mais circulação, mais oxigenação e mais nutriente disponível, para que o folículo que ainda está ali volte a produzir um fio mais forte.

São quatro recursos e eles se combinam. O microagulhamento desperta a resposta do próprio organismo. Com ativos, ele vira também uma via de entrega de vitaminas e aminoácidos direto na raiz. Os exossomos e o PDRN são a linha mais nova da tricologia, com ação regenerativa. E os injetáveis levam o ativo mais fundo. Qual entra no seu caso, e em que ordem, sai da avaliação: raramente é um só, e quase nunca são todos de uma vez.

Para quem costuma ser indicado

  • Homens que começaram a abrir entradas ou a rarear o topo, muitas vezes ainda bem jovens
  • Mulheres que veem o cabelo afinando, o rabo de cavalo diminuindo e o couro cabeludo aparecendo mais
  • Quem teve queda depois da Covid e nunca recuperou o volume de antes
  • Quem teve queda depois de parto, cirurgia, dieta restritiva ou um período de estresse
  • Quem tem calvície na família e quer agir enquanto o folículo ainda está lá
  • Quem já faz tratamento com médico e quer somar um estímulo local

Esta lista é orientativa. A indicação real só existe depois de uma avaliação individual, e nem sempre o procedimento que a paciente imagina é o que o caso pede.

A pergunta que todo mundo faz

Dói?

É desconfortável em alguns pontos, e prefiro dizer isso do que prometer que não sente nada. Uso anestésico tópico antes e espero o tempo dele agir, o que já muda bastante a experiência. O couro cabeludo tem regiões mais sensíveis que outras, principalmente a linha frontal. Eu vou conversando com você o tempo todo e paro sempre que precisar.

Como é o pós-procedimento

  • Vermelhidão no couro cabeludo por 24 a 48 horas
  • Não lavar o cabelo nas primeiras 12 a 24 horas
  • Sem tintura, química ou produto agressivo por 48 horas
  • Evitar sol direto, piscina, mar e sauna por 48 horas
  • Pode haver sensibilidade ao toque e leve coceira nos primeiros dias

Você recebe todas as orientações por escrito, e pode me chamar no WhatsApp durante a recuperação sempre que precisar. O pós faz parte do atendimento, não termina quando você sai da sala.

Sobre o tempo e a frequência

Cabelo responde devagar, porque o ciclo do folículo é longo. Diferença visível costuma começar a aparecer a partir do terceiro mês, e é por isso que eu fotografo o couro cabeludo em toda sessão, sempre no mesmo ângulo. Ninguém enxerga o próprio progresso no espelho, mas enxerga na comparação. O protocolo costuma começar com sessões mensais e, depois do ganho inicial, passa para manutenção mais espaçada.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre Crescimento Capilar

Serve para qualquer tipo de queda?

Funciona quando o folículo ainda está vivo, mesmo que fininho e enfraquecido, e essa é a maioria dos casos. Onde já existe cicatriz e o folículo se perdeu de vez, nenhum estímulo traz o fio de volta, e isso eu vou te dizer com sinceridade na avaliação. Tem também quadro que pede investigação antes, e aí a gente organiza a ordem: primeiro descobrir a causa, depois tratar.

Quantas sessões eu vou precisar?

Isso sai da avaliação e depende do tipo de queda, de há quanto tempo ela acontece e de como o seu couro cabeludo responde. O que dá para adiantar é que não é uma sessão só: é um protocolo com sessões mensais e reavaliação a cada três meses, com foto, para decidir se seguimos, ajustamos ou encerramos.

Preciso raspar ou cortar o cabelo?

Não. O procedimento é feito repartindo o cabelo em mechas e trabalhando o couro cabeludo entre elas. Você sai daqui com o cabelo do mesmo comprimento que entrou, só não vai poder lavar nas primeiras horas.

Dá para fazer junto com outros procedimentos?

Dá, e é comum. O protocolo capilar não conflita com o que eu faço no rosto. O que a gente organiza é o calendário, para não acumular dois pós no mesmo dia.

Ficou alguma dúvida que não está aqui? Me pergunte no WhatsApp . Eu mesma respondo.

Primeiro passo

Vamos conversar sobre o seu caso?

A avaliação é o começo de tudo, e é gratuita. É nela que eu entendo o que te incomoda, avalio a sua pele e explico com sinceridade o que faz sentido para você, e o que não faz.

Falar no WhatsApp